9.9.17

MANECA E MIGUCHO (literatura infantil)

Quem tem o hábito de ler diariamente para uma criança sabe que se esgotam rapidamente nossas possibilidades de leituras inéditas. Venho aqui apresentar MANECA E MIGUCHO como uma opção a mais para você.

MANECA E MIGUCHO teve origem em momentos muito particulares da minha vida e de meus filhos. A inspiração, eu encontrei neles, bem como a parceria para a produção de cada página. Decidi guardar para eles, para a posteridade. No entanto, meus pequenos trabalharam duro e se orgulham do produto final.

MANECA E MIGUCHO é, então, um presente nosso e do Fonolang para você, seguidor.

Use MANECA E MIGUCHO na sala de aula. Imprima. Ofereça a seus alunos a possibilidade de interagir com uma obra literária. Exiba a versão digital e narrada para sua turma. Nos envie os resultados no e-mail manecaemigucho@gmail.com. 

Mas, lembre das seguintes regrinhas:

- os direitos autorais são reservados à autora (conforme registro feito);
- as ilustrações já feitas não podem ser apagadas ou modificadas;
- obra e arquivos não podem ser comercializados.

Respeite o nosso trabalho e permita que MANECA E MIGUCHO enriqueça o seu trabalho.

Abraços,

Rita de Cássia Alves Limissuri







1.9.17

OFICINA LITERÁRIA BIBLIOTECA CASSIANO RICARDO








7.4.17

S.J.DOS CAMPOS, última saída


Esse segundo vídeo é dedicado a quem já leu o romance S.J.DOS CAMPOS, última saída. Acompanhem a chegada de Benoit à cidade. Só não vale contar o que virá a seguir...

11.2.17

S.J. DOS CAMPOS última saída - opiniões

Você leu o livro S.J. DOS CAMPOS última saída?

Envie comentários ou fotos para fonolang@hotmail.com e eu posso postar aqui no blog.










💓💓💓💓💓💓💓💓

(Foto de Elisângela Faria)


(arquivo pessoal da autora)

(Foto de Priscila BaruelVieira)



14.1.17

VÍDEO S.J. DOS CAMPOS última saída





Muitas pessoas estão elogiando o vídeo de divulgação. Aguardo, agora, opiniões sobre o livro que já pode ser adquirido em três instituições da cidade.



Me escreva no fonolang@hotmail

Quero muito conhecer sua opinião!

10.1.17

S.J. DOS CAMPOS - última saída

Será lançado, em breve, o meu livro S. J. DOS CAMPOS - última saída (Tachion Editora).

Trata-se de um romance de leitura rápida e suave, que deve despertar os jovens joseenses para as riquezas dessa cidade. E quem não é daqui, vai ficar morrendo de vontade de conhecer!


Olha só o que eu já posso adiantar para você:



Quer saber do que se trata? Veja a sinopse abaixo:

“Benoit interrompe sua fala e procura nos olhos de Manon uma resposta, uma pista ao menos, de como trazer mais alegria às suas vidas. Deveria refletir sobre a insistente proposta de seu chefe? Haveria alguma chance de isso realmente dar certo? Há alguns meses essa ideia lhe era totalmente absurda, porém, alguma coisa começava a mudar dentro de si; pelo desejo de ver o sorriso nos lábios de sua pequena Manon ou mesmo pela ânsia de sentir o movimento do sorriso em seus próprios lábios, o fato é que a ideia de sair da França lhe causava palpitações agradáveis de se sentir. ”




Enquanto o livro não está em suas mãos, que tal curtir um vídeo?




E voilá! Agora é só aguardar maiores informações. Já, já, aqui no fonolang, eu conto onde adquirir os exemplares.




FICHA TÉCNICA

Limissuri, Rita de Cássia Alves
S.J. Campos – Última Saída, Rita de Cássia Alves Limissuri – São José dos Campos: Tachion Editota, 2016

100 p. - 14,5 x 21 cm

ISBN 978-85-65111-66-9

1- Ficção e Contos Brasileiros 2- São José dos Campos



13.8.16

4o. SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO / SÃO JOSÉ DOS CAMPOS


Em 11 de agosto de 2016 aconteceram, em diversas escolas municipais de SJC, oficinas ministradas POR professores PARA professores. Nessa data, tive a oportunidade de divulgar a psicolinguística e esclarecer como são realizadas algumas pesquisas de linguagem com bebês.


Exchange of experience among teachers of municipal schools of São José dos Campos.

Échange d'expériences entre les enseignants des écoles municipales de São José dos Campos.
































26.1.16

PIPOCAS AO CHÃO



PIPOCAS AO CHÃO
(Por Rita de Cássia Alves Limissuri)
Aprecio as imagens, mas prefiro as palavras. Por mau jeito de minha parte, talvez; por ignorância, quem sabe?!; por um simples gosto pessoal, por que não?

O fato é que, quando fui tocada por sentimentos mais profundos (belos ou não), as imagens não se fizeram a tempo ou foram insuficientes ou não foram intensas o bastante para eternizar esses momentos.

Não, não valorizo palavras em detrimento das imagens. Aprecio as imagens! Mas prefiro as legendas.... Não as legendas já prontas ao lado do quadro, mas, sobretudo, aquelas que se criam nas diversas cabeças e nos diferentes corações; o texto mental que se redige, o contexto ao qual a imagem nos remete, as construções e as desconstruções que foram necessárias para que aquela imagem pudesse existir como, por exemplo, uma simples foto de pipocas ao chão...

Quinta-feira de janeiro. Férias escolares. Sem carro e com a já cobrada promessa de um programinha a sós com a primogênita. Sem carro é igual sem berçário...sem chance! E a primeira reconstrução do programa: a inclusão do caçula e a crença de que ele adormeceria durante o trajeto e durante o filme.

Quinze minutos de caminhada até o Shopping, o dobro de "estou cansada", o triplo de "estamos chegando?" e, sem dúvida, o quíntuplo de sensação térmica. A segunda reconstrução foi a inclusão de um caçula que, além de acordado, encontrava-se muito animado.

Aprecio as imagens. Mas não sei como poderia registrar o bem-estar que acometeu a todos graças ao ar-condicionado do local.... Optei pelas palavras.

Sem cachorro Snoopy. Mudança na programação. E a escolha por um tal de dinossauro Arlo foi a terceira reconstrução. Cinema escuro, filme já iniciado, dois filhos, carrinho, pipoca, MM, bilhetes, carteirinha para comprovar meia entrada, crianças com medo... tateia daqui, tateia de lá, todos se instalam. Filha numa poltrona que a engole, colando joelhos e testa e fazendo voar seus superfaturados MMs. Mãe e bebê (e mamadeira do bebê) na poltrona ao lado com as pipocas, o cheiro da pipoca, o sabor da pipoca, o barulho da mordida na pipoca, o engasgo com a pipoca, o encontro das mãos no saco de pipoca, a disputa pela mesma pipoca...

E nesse ritmo monótono e sincronizado de estica o braço, pega a pipoca, leva à boca, mastiga, deglute, estica o braço... o caos vai cessando... o cansaço vai saindo pela pele como num processo de vaporização. E a mãe olha um, depois outro... toca um, depois outro... Intimamente ela agradece a Deus por esse momento e sente seu peito inchar até doer como se fosse abrir e derramar alegria e gratidão por toda a sala de projeção. Aprecio as imagens, mas só sou capaz de explicar os sentimentos pelas metáforas...

Mas o que invade a sala não é a alegria da mãe. É a mamadeira do bebê que sai rolando sabe-se lá para onde. É a irmã mais velha que vê naquilo a oportunidade maior de testar a eficácia de seu super tênis que acende e que então sai pisando duro com os calcanhares para ativar a discoteca sob os pés. As luzes coloridas não detectaram a mamadeira, mas fizeram com que a mãe olhasse para o chão e visse a quantidade de pipocas caídas. Pipocas ao chão, muitas pipocas ao chão. Uma para cada um dos sentimentos sentido pela mãe naquele dia. Uma para cada sonho da menina. Uma para cada travessura do menino. Tantas pipocas que serão varridas, banidas, que deixarão de existir para a maioria.

Aprecio as imagens, sobretudo, de pipocas ao chão. Ah, quantos amores atrelados a essa imagem...quantos sabores...quantos odores...

O filme finda após a paciência das crianças e as forças da mãe. Volta, agora, de táxi. Caçula pisa no banco. Mãe lhe tira os sapatos. Caçula “assume” a direção do carro. Mãe acode. Caçula pinga suco no estofado. Primogênita entrega. Motorista para o carro. Mãe respira. Filha se indigna: "Por que tem que pagar???"

Aprecio, realmente aprecio as imagens: quando disparadoras de palavras. E aprecio os textos, quando me fazem sonhar. Aprecio acima de tudo a vida, quando permite reconstruir.

Imagens e palavras se completam, se enriquecem. Quando a memória faltar ou o coração endurecer, precisarei das duas - imagens e palavras - para que pipocas ao chão não sejam apenas pipocas ao chão.


27.7.15

FONOLOGIA E VOCABULÁRIO NA PERCEPÇÃO DE EDUCADORAS SOBRE COMUNICAÇÃO DE PRÉ-ESCOLARES

O artigo referente à minha dissertação de mestrado encontra-se agora em pdf e na íntegra, para quem se interessar. Segue o link:
 
 
 
Dez anos após ter passado pela banca de defesa e, atualmente, atuando de maneira mais próxima às questões escolares, vejo que a discussão levantada na época permanece borbulhante e tem todo o meu interesse.